10 de maio de 2016

PRESIDENCIALISMO E PARLAMENTARISMO

Analisar as diferenças entre presidencialismo e parlamentarismo,não é uma tarefa tão difícil, muitos autores tratam sobre o assunto, dentre tantos temos TAVARES (2002:859) que explica que “A grande diferença entre os dois modelos está no papel do órgão legislativo. Enquanto no parlamentarismo este não se limita a fazer leis, mas também é responsável pelo controle do governo, tomando posições políticas fundamentais, no Presidencialismo aquela atividade lhe é atribuída em caráter principal. Além disso, naquele o Parlamento pode destituir o Gabinete, por razões exclusivamente de ordem política, enquanto neste isso só poderia ocorrer em relação ao Presidente da República e em razão da prática de certos delitos. Ao comparar os dois sistemas, CELSO BASTOS afirma: ‘(…) o que o presidencialismo perde em termos de ductibilidade às flutuações da opinião pública, ganha em termos de segurança, estabilidade e continuidade governamental".

 PRESIDENCIALISMO O presidencialismo, por sua vez,  produz um gabinete, personificado no presidente, com prazo definido, nesse regime, há três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, exercidos, respectivamente, pelo presidente da República, pelo Parlamento (no caso do Brasil, o Congresso Nacional) e pelo Supremo Tribunal ou Corte Suprema. Toda a concepção do presidencialismo baseia-se na harmonia desses três poderes, sendo que nenhum pode impor-se ao outro ou tentar superar os demais, e para manter esse equilíbrio, há um sistema de freios e contrapesos pelo qual um poder controla o outro e cada um depende dos outros dois. Em um regime presidencialista, o Legislativo pode ser exercido apenas pela Câmara dos Deputados (sistema unicameral) ou por duas casas, a Câmara e o Senado (sistema bicameral).Segundo  ARAÚJO (1999:235) “as seguintes características básicas do presidencialismo são:
a) a chefia de governo e a chefia de Estado ficam concentradas nas mãos de uma única pessoa: o Presidente da República;
b) o Presidente é eleito para mandato determinado, não respondendo, ordinariamente, perante o Poder Legislativo;
c) o Presidente da República possui ampla liberdade para a formação de seu ministério;
d) o Parlamento, de igual forma, não pode ser dissolvido por convocação de eleições gerais pelo Executivo;
e) só é compatível com a República, sendo inviável em uma monarquia”. 

PARLAMENTARISMO Caracterizado por ter todo o poder concentrado no Parlamento, que é, de fato, o único poder, e ainda caso o governo executivo discordar do Parlamento, a maioria dos deputados dissolve esse governo. A Justiça não se opõe ao Parlamento, até porque, em um sistema parlamentarista puro, a Constituição não é rígida: se uma lei for considerada inconstitucional, o Parlamento pode altera a Constituição. No Reino Unido, o exemplo mais puro de parlamentarismo, não há sequer uma Constituição escrita.As principais funções parlamentares são exercidas em sua plenitude por uma casa legislativa que se pode chamar, por exemplo, de Câmara dos Deputados, Parlamento, Câmara dos Comuns (Reino Unido) ou Assembleia Nacional (França). Mas em geral, são muito raros os sistemas parlamentaristas puros, que se subsistiram, sobretudo, nas Monarquias (Reino Unido, Suécia, Holanda, etc.). No Brasil, as formas de parlamentarismo sempre foram totalmente impuras, enquanto Monarquia, tínhamos um regime parlamentarista, mas o imperador dispunha do “Poder Moderador”, o que lhe permitia até nomear primeiros-ministros que não dispusessem do apoio da maioria parlamentar.Segundo ARAÚJO(1999:234) “as seguintes características do parlamentarismo são:
a) divisão orgânica de poderes;
b) repartição de funções de chefia de Estado e de governo;
c) interdependência entre o Executivo e Legislativo, em especial porque o gabinete espelha a maioria parlamentar;
d) gabinete dirigido por um Primeiro Ministro, a quem são atribuídas as funções inerentes à chefia de governo;
e) queda do gabinete por voto de desconfiança do Parlamento;
f) dissolução do Parlamento, com a convocação de eleições gerais, por injunção da chefia de Estado”. Há que se acrescentar, também, que neste sistema o Banco Central é autônomo; a burocracia é profissionalizada; e a política monetária e cambial deve ser estável. 

Fonte
Presidencialismo e Parlamentarismo. Disponível em:http://www.educacao.cc/politica/diferencas-entre-presidencialismo-e-parlamentarismo/. Acesso em 10 mai. 2016.

24 de abril de 2016

HORÁRIO DE VERÃO

O horário de verão é um ajuste feito nos horários marcados por nossos relógios em determinadas épocas do ano para que possamos adaptar nossa rotina ao tempo em que o sol nasce e se põe com o fim de aproveitar melhor as horas de sol para economizar a utilização de energia artificial.
Se não fizéssemos esse ajuste, em uma parte do ano, a maioria dos brasileiros sairia para trabalhar um tempo depois do sol já ter nascido e voltaria depois dele já ter se posto, o que faria com que houvesse a necessidade de um consumo maior de energia artificial. Embora, neste ponto, existam algumas controvérsias.
Entretanto, o horário de verão não tem nenhuma relação com a estação “verão”, na maioria dos países onde é adotado. É que, para os países do hemisfério norte, o sol se põe bem cedo no inverno e, no verão, costuma estar claro até as 22 horas em alguns lugares. Devido a isso, o horário de verão é adotado em quase todos os países do hemisfério norte, resultando em uma grande diferença no consumo de energia.
A localização geográfica interfere também, na quantidade de horas em que os relógios devem ser adiantados ou atrasados e, também, na época do ano em que ocorre o horário de verão. Enquanto que no Brasil, alteramos os relógios em 1 hora nos meses de outubro a março, nos países do hemisfério norte, o horário de verão ocorre nos meses de março a outubro e a quantidade de horas pode variar de país para país.
Os países do mundo que adotam o horário de verão são cerca de 30 e incluem: EUA, México e Canadá (exceto uma parte do norte do México e do sul dos EUA, e uma parte do Canadá, que já adotaram, mas não apresentam freqüência), Europa, Rússia e norte da China, Egito, Namíbia, Austrália, Israel, Cuba, Brasil, Chile, Ilhas Malvinas, Paraguai, Palestina, Turquia, Tasmânia, etc.
O horário de verão foi adotado pela primeira vez na Alemanha durante a I Guerra Mundial, quando a economia de energia (e consequentemente, do carvão que era o combustível mais usado na época) se tornou uma necessidade. Antes disso Benjamim Franklin já teria tido essa idéia, que foi materializada em 1907 por Willian Willet num panfleto intitulado “Waste of Daylight”, onde ele propunha que os ingleses avançassem seus relógios 20 minutos nos domingos do mês de abril e o atrasassem na mesma proporção nos domingos de setembro.
No Brasil o horário de verão é adotado desde 1931 (Governo Vargas), porém de forma descontínua e apenas nas regiões sul, centro-oeste e sudeste.
Isso porque, quanto mais próxima a região estiver da linha do Equador, menos variação há na forma com que o sol atinge a região durante o ano (por causa da oscilação do eixo de rotação da terra) o que faz com que não haja uma economia muito significativa (embora, segundo a ONS, adotemos o horário de verão para não sobrecarregar o sistema de distribuição de energia no horário de pico), motivo pelo qual o Brasil é um dos poucos países situados entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio a adotar este sistema.



Referências:

Horário de verão. Disponível em:< http://www.infoescola.com/geografia
/horario-de-verao/>. Acesso em: 24 abr. 2016.
______________.  Disponível em:<http://brasilescola.uol.com.br/geografia/
horario-verao.htm >. Acesso em: 24 abr. 2016.

11 de abril de 2016

Pontos Extremos do Brasil


PONTO EXTREMO SUL
RS - ARROIO CHUÍ (FRONTEIRA COM O URUGUAI)
DESÁGUA NO OCEANO ATLÂNTICO
FONTE DA IMAGEM: www.taporonde.com

PONTO EXTREMO NORTE
RR - MONTE CABURAÍ
(FRONTEIRA COM GUIANA, NA SERRA DE PACARAIMA, TEM  1.465 M DE ALTITUDE)
FONTE DA IMAGEM: http://www.reservaer.com.br

PONTO EXTREMO LESTE
PB - PONTA DO SEIXAS 

PONTO EXTREMO OESTE
AC - NASCENTE RIO MOA NA SERRA DE CONTAMANA
FRONTEIRA COM  PERU
FONTE DA IMAGEM: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Moa

29 de março de 2016

Neoliberalismo

NEOLIBERALISMO
Conceito de Neoliberalismo
Podemos definir o neoliberalismo como um conjunto de ideias políticas e econômicas capitalistas que defende a não participação do estado na economia. De acordo com esta doutrina, deve haver total liberdade de comércio (livre mercado), pois este princípio garante o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país.
Surgiu na década de 1970, através da Escola Monetarista do economista Milton Friedman, como uma solução para a crise que atingiu a economia mundial em 1973, provocada pelo aumento excessivo no preço do petróleo.

Características do Neoliberalismo (princípios básicos):

- mínima participação estatal nos rumos da economia de um país;
- pouca intervenção do governo no mercado de trabalho;
- política de privatização de empresas estatais;
- livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização;
- abertura da economia para a entrada de multinacionais;
- adoção de medidas contra o protecionismo econômico;
- desburocratização do estado: leis e regras econômicas mais simplificadas para facilitar o funcionamento das atividades econômicas;
- diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente;
- posição contrária aos impostos e tributos excessivos;
- aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico;
- contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços;
- a base da economia deve ser formada por empresas privadas;
- defesa dos princípios econômicos do capitalismo.

Pontos negativos do neoliberalismo

Os críticos ao sistema afirmam que a economia neoliberal só beneficia as grandes potências econômicas e as empresas multinacionais. Os países pobres ou em processo de desenvolvimento (Brasil, por exemplo) sofrem com os resultados de uma política neoliberal. Nestes países, são apontadas como causas do neoliberalismo: desemprego, baixos salários, aumento das diferenças sociais e dependência do capital internacional.

Pontos positivos do neoliberalismo

Os defensores do neoliberalismo acreditam que este sistema é capaz de proporcionar o desenvolvimento econômico e social de um país. Defendem que o neoliberalismo deixa a economia mais competitiva, proporciona o desenvolvimento tecnológico e, através da livre concorrência, faz os preços e a inflação caírem. 

Exemplos de governos que adotaram políticas econômicas neoliberais nos últimos anos:
- No Brasil: Fernando Collor de Melo (1990 - 1992) e Fernando Henrique Cardoso (1995 - 2003)
- No Chile: Eduardo Frei (1994 - 2000), Ricardo Lagos (2000 - 2006) e Michelle Bachelet (2006 - 2010)
- Nos Estados Unidos: Ronald Reagan (1981 - 1989), George Bush (1989 - 1993) e George W. Bush (2001- 2009)
- No México: Vicente Fox Quesada (2000 - 2006)

- No Reino Unido: Margaret Thatcher (1979 - 1990)

Referências
Neoliberalismo. Disponível em:
geografia/neoliberalismo.htm>. Acesso em 12 Ago 2014

20 de outubro de 2015

ORIENTE MÉDIO

ORIENTE MÉDIO

O Oriente Médio é uma região da Ásia formada por 16 países.
É de grande importância geopolítica mundial pelas reservas de petróleo que possui e pelos conflitos/guerras que marcam a história da região. As disputas por território, petróleo, água e religião estão no centro dos motivos desses conflitos.
Ali vivem vários grupos étnicos e a falta de tolerância entre eles é um dos motivos de conflitos nessa área do mundo. Árabes, turcos, iranianos persas, iranianos afegãos, judeus e curdos disputam território por não conviverem pacificamente com as diferenças culturais e religiosas.
O Oriente Médio é berço das 3 grandes religiões monoteístas do mundo: cristianismo, judaísmo e islamismo. O islamismo predomina na região.
Essa região foi e é marcada pela existência de conflitos e  grandes guerras, como:
a)    GUERRA IRÃ X IRAQUE(1980-1988)
Motivo – controle da zona de fronteira entre o Irã e o Iraque.
b)    GUERRA DO GOLFO PÉRSICO (1990-1991)
Motivo – petróleo, controle do Golfo Pérsico (porta de saída do petróleo para o mundo)
c)    GUERRA DO AFEGANISTÃO (2001...)
Motivo – território, petróleo, terrorismo
EUA passa a “controlar” o Afeganistão na caça por Osama Bin Laden.
d)    GUERRA DO IRAQUE (2003...)
Motivo - O presidente americano justificou a invasão com a suposta existência de armas de destruição em massa pelo regime de Saddam Hussein, um dos mais violentos do Oriente Médio. O risco era de que o armamento chegasse a grupos terroristas como a Al Qaeda, responsável pelos atentados em Nova York. Essas armas, porém, nunca foram encontradas e poucos acreditam que existiam. Além disso, a ligação de Saddam com Osama bin Laden era implausível, pois eram inimigos.
 Um dos principais conflitos internos por território no Oriente Médio é entre um grupo de árabes sem território que lutam pela criação da Palestina e judeus (Israel). A Síria, o Egito, o Líbano, a Jordânia estão envolvidos nestes conflitos porque são árabes e defendem a criação da Palestina. Já os judeus (Israel - único país rico dessa região) são apoiados pelos EUA. O conflito se estende nos dias atuais: Israel expandiu seu território e os árabes continuam com ataques.
Além do grupo de árabes sem território independente há também os curdos que vivem nas fronteiras da Síria, Turquia, Irã e Iraque e lutam pela criação do estado do Curdistão.
As lutas por um território (independente) muitas vezes é de forma violenta, por meio de atos terroristas como as dos grupos Hamas, Fatah, Al Qaeda e atualmente o Estado Islâmico.
A escassez de recursos hídricos é outro motivo de tensão e de conflitos no Oriente Médio. A principal bacia hidrográfica da região é a dos rios Tigre e Eufrates, localizados no Iraque. Também, as Colinas de Golã, onde se situam as nascentes do rio Jordão. Essa área já foi motivo de disputa entre Israel e Síria.
A Faixa de Gaza é um território no Oriente Médio com baixo desenvolvimento, é um dos lugares mais conturbados do mundo por causa das presentes disputas.
O território da Faixa de Gaza é extremamente conflituoso, é disputado e ocupado militarmente por outros países. Há um constante clima de tensão na região por causa de correntes conflitos. A região não é oficialmente reconhecida como parte integrante de algum país soberano, a Faixa de Gaza é toda cercada por muralhas nas divisas com Israel e com o Egito. A Autoridade Nacional Palestina, contudo, reivindica a região como território pertencente aos palestinos.
A inconsistência sobre quem é o verdadeiro dono do território da Faixa de Gaza gerou vários conflitos no local. Além disso, fazem parte do conflito as características religiosas dos habitantes do local, os quais se chocam principalmente com os israelenses. Israel, por sinal, ocupou militarmente a região entre junho de 1967 e agosto de 2005. Hoje ainda, Israel é o responsável pelo controle do espaço aéreo e do acesso marítimo à Faixa de Gaza.
 Terra Santa – Jerusalém
Esta incrível cidade de mais de 3.000 anos reúne história e cultura das três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo.
Localizada no "centro de Israel", considerada CIDADE INTERNACIONAL, é a Terra Santa para os cristãos e palco de conflitos entre árabes (muçulmanos) e israelenses(judeus).
Para os judeus, provavelmente os seus mais antigos habitantes, ela é a Eretz Israel, a terra dada por Jeová ao Povo Eleito, tendo Jerusalém, cujo terreno original foi tomado dos filisteus pelo rei Davi, como sua eterna capital (circa do ano 1.000 a.C.). Ela é a Terra da Promissão, o local que Deus apontou a Moisés como o lar definitivo dos judeus logo que eles conseguiram escapar do Egito, onde eram mantidos como escravos pelo faraó. Esta relação dos judeus com sua terra assumiu com os tempos um aspecto místico que fazia com que embora eles fossem desterrados várias vezes por inimigos poderosos ( babilônios ou romanos) sempre que estavam na Diáspora encontraram uma maneira de voltar ao seu solo sagrado, local onde o rei Salomão construiu o Primeiro Templo, símbolo integrador das 12 tribos de Israel (circa de 950 a.C.)
Para os cristãos, a Terra Santa é duplamente sagrada. Jesus Cristo, o messias, aquele que além de anunciar a chegada do Reino dos Céus sacrificou-se pelo bem da humanidade inteira, nasceu e morreu nela. O filho de Deus veio ao mundo em Belém, cresceu em Nazaré, pregou na Galiléia e foi crucificado em Jerusalém (circa do ano 33). Local de onde logo ressuscitou para vir animar seus discípulos a que seguissem na difusão do Evangelho. Apegados ao Novo Testamento, escrito por quatro apóstolos (a partir da segunda metade do século I), todas as referências que os cristãos neles encontram sobre a vida de Jesus fazem referência à Terra Santa, de onde Cristo jamais saiu, sendo que todos os seus passos, três séculos depois da sua morte, foram reconstituídos por Helena (circa de 327-8), a mãe do imperador Constantino que se convertera a nova fé no ano de 313. Enquanto em Belém encontra-se a Igreja da Natividade, em Jerusalém acha-se o Santo Sepulcro, o local em que Jesus Cristo foi descido da cruz e onde em seguida abrigaram o seu corpo numa pequena caverna.
Por último, ela é também o Nobre Lugar dos muçulmanos, visto que foi do alto do Haram as-Sharif, o Domo da Rocha - situado na parte elevada de Jerusalém, que depois chamou-se de a Esplanada da Mesquita -, que o profeta Maomé, em espirito, foi encontrar-se com Alá nos céus, no episódio conhecido como a Jornada Noturna do Profeta. Exatamente naquele espaço santo, inundado de fé, é que o califa Omar, a partir de 638, logo que ele ocupou pacificamente Jerusalém ( chamada de Al-Quds pelos maometanos), então em mãos do Patriarca Sofrônio, determinou a construção da estupenda Masjid Al-Aqsa, terminada em 705, para que o esplendoroso templo se tornasse um centro de celebrações islâmicas. Com a bela mesquita, Jerusalém serviu como um alternativa aos fiéis islâmicos que não podiam cumprir com a Hégira, a peregrinação à Meca, berço da religião maometana, fazendo com que a sua magnífica cúpula dourada, que brilha como um sol, servisse de guia e de farol para todos os que quisessem chegar à Jerusalém.








ADAS, Melhem. Geografia: o mundo subdesenvolvido – 8º Ano. 5 ed. São Paulo: Moderna, 2006, p. 219-245.
BOLIGIAN, Levon; et. al. Geografia: Espaço e Vivência – 8º Ano. 3 ed. São Paulo: Atual, 2009, p.151-163.
Conflitos por territórioDisponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/entenda-o-conflito-entre-hamas-e-fatah-aiitbzw97ge4oexbsif9mfbri. Acesso em: 20 out. 2015
Faixa de Gaza. Disponível em: www.infoescola.com. Acesso em: 20 out. 2015.
Terra Santa. Disponível em:< http://www.viajarsempreviajar.com/2012/05/terra-santa-e-istambul-2012-historia.html>. Acesso em: 20 out. 2015.
_______________http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/terra_santa.htm. Acesso em: 20 out 2015.



9 de setembro de 2015

BLOCOS ECONÔMICOS

Livros Digitais - Blocos Econômicos - Ângela Ewerling

APEC - 1993

ASEAN - 1967

SADC - 1980



1991

NAFTA - 1993

UNIÃO EUROPEIA - CECA (1951)



APEC 

MERCOSUL

NAFTA

SADC

*REINO UNIDO NÃO FAZ MAIS PARTE

Referências - www.suapesquisa.com, www.brasilescola.com, /www.istockphoto.com/br, gremio4ever.pbworks.com, pratico-e-basico.blogspot.com.br, geoarmando.blogspot.com.br, observatoriodaafrica.wordpress.com.